Sexta-feira, 11 de Abril de 2008

Os ausentes

Viemos aqui ao blog justificar a causa da nossa ausência durante este tempo todo. como agora ja estamos numa fase mais prática do trabalho e ja adquirimos a pesquisa necessária não temos tido muito tempo para o blog porque o grupo costa (i) nova está mais concentrado a fazer os esboços para o trabalho final.

Daremos mais notícias em breve!  

 

publicado por Costa (i)nova às 10:42
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Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2008

Acesso

publicado por Costa (i)nova às 18:09
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Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2008

O nosso projecto

publicado por Costa (i)nova às 10:58
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Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2008

Acesso degradado

publicado por Costa (i)nova às 22:38
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Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2008

...

Após uma longa e demorada investigação acerca da cidade escolhida para este concurso o grupo já tem bastante dados para avançar com este projecto.

Vamos pôr de lado a teoria e vamos passar para a prática  

publicado por Costa (i)nova às 12:23
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Sábado, 26 de Janeiro de 2008

Costa de Caparica

publicado por Costa (i)nova às 18:02
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Segunda-feira, 26 de Novembro de 2007

*Costa de Caparica*

O nome tráz imediatamente uma única coisa à lembrança: as praias. Esse areal imenso que começa na vila e só acaba na Fonte da Telha, com a falésia como cabeceira e as dunas como travesseira. Mas é mais do que isso, muito mais. É toda uma história, todo um orgulho de se ser desta terra, toda uma tradição.

Há esplanadas, bares, discotecas e um pontão onde se pode passear a ver o mar de mãos dadas, sozinho, no Inverno ou no Verão. Há toda uma Arriba Fóssil, onde se pode assistir aos mais belos pôr-do-sol, guardados pelos pinheiros recortados no céu. Há as vendedoras de marisco, numa confusão de gritos, santolas, sapateiras e percebes.

Frutarias coloridas, cheiro a peixe, bolos e gelados. 

A Costa de Caparica tem toda uma cultura muito própria, feita de pescadores, de lutas contra o mar, que de ano para ano, teima em roubar um pouco mais de terra, de fado, sol, esplanadas e bairrrismo.

Pertencendo ao Concelho de Almada, a zona também conhecida como Costa ou apenas Caparica, situa-se na Margem Sul do Rio Tejo, onde magníficas praias de areia dourada se estendem por cerca de 30 km até ao Cabo Espichel.

publicado por Costa (i)nova às 12:56
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Sexta-feira, 23 de Novembro de 2007

*A pesca e os pescadores*

*A pesca de ontem*

Através de consulta a antigos documentos, podemos afirmar que o traje típico do pescador da costa, era constituido por barrete preto, com borla da mesma cor, ceroulas de lã ou de algodão atadas junto aos tornozelos, ou calção branco a cobrir os joelhos. Camisa de flanela axadrezada, cinta preta onde guardava o dinheiro e tamancos de madeira "tairocas", calçados nos pés, ou simplesmente descalços.As mulheres usavam lenço na cabeça, saias rodadas e compridas, blusa ou corpetes justo, avental, meias brancas e as chinelas eram pretas ou castanhas. Outro pormenor de realce no seutrajar, era a maneira de colocar o lenço, sendo um misto entre as mulheres do Norte e a tricana, ficando com um nó, um pouco abaixo do carrapito.

Sendo a pesca, o único meio de sobrevivência, os Pescadores da Costa de Caparica, tinham nas suas embarcações, os Saveiros e os Meia-Lua, algo de muito de si próprios. A origem dos barcos típicos da Costa de Caparica é Romana.

Pormenor de grande interesse, nos barcos da Costa de Caparica, era, sem dúvida, o olho que ornamentava a sua proa, cuja a origem lendária parece ser atribuida a Ulisses, navegador lendário, simbolizando a divindade de uma deusa

 Egipcia.

O "Barco do Mar" hoje conhecido pelo "Barco Meia-Lua" (com perfil em crescente), foi traduzido pelos ílhavenses, chegava a atingir cerca de dezoito metros de comprimento. 

As suas redes eram cozidas em caldeiras, posteriormente em latas grandes, numa infusão com cascas de acácias, cascas de pinheiros e resinas, que conferiam às redes resistência e coloração, para sua melhor preservação.

*A pesca de hoje*

As redes são de nylon, muito mais leves e pequenas, constituindo as "redes de emalhar fixas ao fundo e assinaladas por bóias para a pesca da sardinha, safio, lulas e sardas de Maio a Setembro".

               *Os Pescadores*

Homem de respostas duras, mas com grande coração, cabelos secos e grisalhos, de barrete enfiado pela testa franzida, rostos retalhados pelo sal e rijas barbas, olhos de noites sem dormir, ar de desconfiança e cansaço, à espera do próximo golpe de mar. O Pescador, de braços queimados pelo sol e ressequidos pelas águas, luta ansioso pelo seu coração que ficou em casa, com os filhos e mulher desejosos da madrugada.

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publicado por Costa (i)nova às 11:30
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*História da Costa de Caparica*

A Costa da Caparica era antigamente um conjunto de simples pântanos cobertos de junco, cultivados de arvoredos e vinhas. Mas adiante, no seu extenso areal, o centro da povoação era formado por barracas de colmo, ladeadas por singelas e modestas casas brancas. A sua origem dada de meados do século XVIII. Contudo, esta povoação terá conhecido outras designações como "Terra de Pescado" e "Costa do Mar".

Os seus primeiros habitantes, segundo consta, foram pescadores de Ílhavo e Algarve, que atraídos pela safra da pesca vieram para a Costa pescar nos meses de Outubro, Novembro e Dezembro, acabando por permanecer e formar as suas próprias famílias.


 

 


 


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publicado por Costa (i)nova às 11:02
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Como terá surgido o topónimo Costa de Caparica...?!

*Lenda da Caparica*

 

Numa pequena povoação risonha e sobranceira ao mar, a meio caminho entre Almada e o Oceano por cima da falésia ao Sul do Tejo, vivia uma pobre velhinha esfarrapada com um corpo magro e diminuído pelos anos. Arrastava-se com dificuldade envolta da sua capa remendada num xadrez caprichoso e multicolor. Chamavam-lhe bruxa e avarenta, sendo com frequência escorraçada e recusavam-lhe a esmola com enfado, sendo suposto possuir muito dinheiro escondido, não se sabia onde, tendo vivido anteriormente com abastança e que possuía bens segundo a descrição da vizinhança. Nunca faltou à missa, caminhando entre montes e vales, ficando encolhida a um canto, embrulhada na capa a pesar-lhe sobre os ombros. Ao voltar, devagar e vergada com o peso dos anos, e pacificamente pedindo sempre estranhando a sua prolongada ausência, as gentes do lugarejo foram procurá-la na humilde cabana onde habitava, sendo encontrada morta e o seu corpo envolto na capa que usava ao longo dos anos. Com admiração de todos, a seu lado encontrava-se uma carta para EL-Rei. Perante surpresa do soberano, a pobre velha legava-lhe a capa, mediante promessa de se proceder à construção duma igreja no povoado. Surpreendido com o peso da oferenda, este mandou rasgá-la começando a cair do seu forro uma grande quantidade de dobrões em ouro. Depois do desejo cumprido, ainda sobrou fortuna, daí terem surgido várias povoações com o sobrenome de CAPA-RICA.

 


                                                                                   

 


publicado por Costa (i)nova às 10:30
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